quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

VIVIANE RAMOS

Outra parceria linda que nasceu neste ano foi com
VIVIANE RAMOS!


Maravilhosa poetisa da feminilidade...grandiosa missão a desta menina!
Nos conhecemos numa intuição saborosa...e os versos foram saindo, ao vento, ao tempo, ao sabor do Eterno...
Não sabemos explicar, mas nasceu ou revelou-se? a Lenda Anorkinda e nos faz, as duas, pessoas mais fortes e unidas!

Aqui colocamos toda nossa ligação...em versos, claro!

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=52146908&tid=5345733677991887472


UM AMOR ENTRE VIDAS

Conheci a lenda adormecida,
A qual, ninguém ainda revelou.
Mas hoje me veio a Índia,
E seu segredo me contou.

Contou-me que amou tanto...
Um Índio Guerreiro com Olhos de Floresta;
Que agora seu amor é pranto,
E há dor onde outrora... festa!

Onde havia dança em euforia,
No olhar dele encontrou...
No amor uma magia,
Que em segredo guardou.

Ela enfrentou seu próprio povo,
Índia guerreira que nunca se curvou.
Partiu com seu guerreiro em busca do novo,
Seu próprio mundo recriou.

Mas havia mal no coração de outro;
E esse mal a alcançou.
Por não seguir as regras de seu povo;
“povo” sua vida lhe tirou.

Seu Guerreiro Olhos de Floresta,
A noite inteira a procurava.
Enquanto povo fazia festa,
Fria, inerte ela estava.

Seus olhos não tinham mais o brilho,
Sua alma já vagava,
Procurando um rumo perdido...
Onde seu guerreiro a esperava.

Ele a esperou...
Por séculos, e ela não veio...
O caminho não encontrou...
Esse foi seu inferno, seu pesadelo.

Mas a guerreira não desiste...
Sabe que ele está a esperar.
Luta com seus demônios e persiste,
Em seu amor reencontrar.

E ele escreve em poesias
A dor que lhe faz chorar...
A espera de sua índia,
Que para sempre amará.

Quando enfim ela encontra o caminho,
Ele não está mais lá...
Velho e já cansado...
Não pode mais esperar.

Mas o que em símbolos escreveu,
Lá se achava...
E ela pode encontrar...
Mesmo em sua ausência, as palavras,
O que lhe dava a certeza de o esperar.

E agora era a Índia,
Que esperava...
Em sua cabana sozinha,
O aguardava.

E em poemas respondia,
A cada uma das cartas...
Que o Guerreiro outrora escrevia...
Poesias cheias de lágrimas.

Por séculos esperou,
E ele não chegava...
Até que os olhos cerrou,
Pois cansada já estava.

Quando o Guerreiro Índio voltou,
Índio não era mais...
Tão grande era o seu amor,
Que lhes deu almas imortais.

Mas perdidos no tempo vagavam,
Em busca um do outro...
Mas só o que encontravam...
Eram as cartas, poesias que aliviavam os desgostos.

Mas hão de se encontrar...
E reviver sua paixão...
Pois a Índia me disse: Não há regras para amar!
Pois guerreiro índio é o coração!

Viviane Ramos


3 comentários:

Feminilidades disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Feminilidades disse...

Amores eternos que se perdem no tempo... e esperam, que o vento
os leve na mesma direção...
Amores que idependem deste corpo e seus desejos passageiros...
Amores que acalentam, que se aquecem em abraços... que falam sem falar, porque o coração é quem escuta...
Amores de mãe, filho, amigo... amor!

Há amores eternos
que ficam dispersos no espaço
permanecem no tempo intactos
a espera do próximo abraço!

Mamy...
Espero por teu abraço!!!

Amooo-te!

Sua filhotinha doida.

Anorkinda disse...

se tu sesse normal eu te ignorava di verdade...hihihihihi
beijuka, amori!